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Reconhecimento

Dorgival Dantas será Doutor Honoris Causa pela Uern

Foto: Divulgação

Dorgival Dantas receberá honraria máxima da universidade

O Conselho Universitário da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Consuni/Uern) aprovou, hoje (9), a concessão do título de Doutor Honoris Causa ao cantor, compositor e multinstrumentista Dorgival Dantas.

A Uern homenageia o artista, natural de Olho D’Água do Borges, com honraria máxima acadêmica pelo conjunto da obra, que exalta e valoriza a cultura nordestina e, assim, cria sentimento de pertencimento na sociedade.

A entrega do título de Doutor Honoris Causa ao “Poeta das Canções” ocorrerá dia 28 de setembro, às 15h, quando a Uern homenageará os agraciados deste ano, na Assembleia Universitária, que em 2024 celebra os 56 anos da Uern.

Referência

Nascido em 1971, Dorgival Dantas é atualmente um dos principais expoentes da cultura nordestina e do tradicional forró brasileiro – ao lado de nomes como Flávio José, Chambinho do Acordeon, Mestrinho, entre outros.

Com o seu trabalho, o artista coloca o Rio Grande do Norte em relevância pela qualidade da obra e pela referência que, ao longo do tempo, tem se tornado para uma nova geração de músicos em diversos estados.

Intérprete, compositor, arranjador, produtor musical, sanfoneiro, o legado de Dorgival Dantas vai além do deixado pela música. Em abril de 2024, foi nomeado embaixador do turismo potiguar, pelo seu papel na promoção da cultura e das belezas do estado.

 

Pioneirismo de personalidade indígena

 

Também hoje (9), o Consuni/Uern, presidido pela reitora Cicília Maia, aprovou a concessão do título de Professor Honoris Causa para Luiz Katu. Trata-se da primeira vez que a Uern homenageará, com título honorífico, uma personalidade indígena.

Luiz Katu possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (2003) e é professor da Escola Municipal Indígena João Lino da Silva e da Escola Municipal Indígena Alfredo Lima, na aldeia Katu, em Goianinha/Canguaretama.

Luiz Katu é liderança indígena potiguar de forte atuação e encabeçou a luta pela implantação de escola indígena na comunidade de Canguaretama. Na Uern, o cacique atua em parceria com o Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas (Neabi) e com a Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (Diaad).

Homenageados (a) deste ano conhecidos hoje (Agecom | Uern)

 

Mérito Administrativo e Professor Emérito

 

Outro título aprovado hoje, o Diploma de Mérito Administrativo vai para a servidora Myrths Flávia Vidal da Costa Wanderley. Natural de Marcelino Vieira, ela iniciou sua jornada na Uern em 1987, quando ingressou como aluna de graduação no curso de Ciências/Matemática, graduando-se em 1993.

Cinco anos depois, retornou à Uern como servidora, não mais deixando a instituição desde então, completando mais de 25 anos de serviços prestados a Universidade.

Emérita

Para o título de Professor Emérito, a escolhida foi a professora Marlucia Barros Lopes Cabral. Graduada em Pedagogia pela Uern e doutora em Educação, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), atualmente é professora aposentada da Uern.

Atuou no Curso de Graduação em Letras Língua Portuguesa, no Curso de Pedagogia, no Proformação, no Parfor, no Profletras e em cursos de Especializações. Foi chefe do Departamento de Letras, a época Língua Portuguesa e Língua Inglesa (2007-2011), e diretora do Caa/Uern, por dois mandatos consecutivos (2014-2021).

Medalha da Abolição

Durante a Assembleia Universitária, também será entregue a Medalha da Abolição de 2024. Como homenageados (a), foram escolhidos (a) a Irmã Zelândia (do Colégio Sagrado Coração de Maria), Laplace Rosado Coelho, in memoriam, (ex-presidente da Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte – FURRN e ex-reitor da Uern) e Pedro Fernandes Ribeiro Neto, ex-reitor da Uern.

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